PUBLICIDADE
Economia
Noticia de: 30 de Novembro de 2017 - 09:06
Desemprego fica em 12,2% e tem a maior taxa da série para outubro



 
 

Desemprego fica em 12,2% e tem a maior taxa da série para outubro

 
 

 No trimestre encerrado em outubro, a taxa de desemprego no país chegou a 12,2%, segundo dados da Pnad Contínua, divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Considerando apenas o trimestre de agosto a outubro, o índice é o maior da série história, que teve início em 2012.

A taxa recuou em relação ao trimestre anterior, de maio a julho, quando ficou em 12,8%. Já na comparação com o mesmo período do ano passado, que registrou índice de 11,8%, o desemprego cresceu.

A população desocupada somou 12,7 milhões - o maior número para outubro desde 2012. O número indica uma queda de 4,4% na comparação com o trimestre anterior (menos 586 mil pessoas) e uma alta de 5,8% sobre um ano antes (mais 698 mil pessoas).


Já a população ocupada chegou a 91,5 milhões. Esse é o maior contingente para um trimestre encerrado em outubro desde 2015. O número ficou acima tanto em relação ao trimestre anterior (1,0%) como contra o mesmo trimestre de 2016 (1,8%).


"O que a gente está assistindo desde o trimestre terminado em abril é o aumento da ocupação e queda da desocupação. A desocupação continua em alta, embora com força menor. O que muda é a ocupação, que está crescendo acima do crescimento da população”, disse Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Desse total de empregados, 33,3 milhões de pessoas tinham carteira de trabalho assinada - praticamente o mesmo número do trimestre anterior. Frente a um ano atrás, 738 mil pessoas a deixaram de ser registradas (uma queda de 2,2%).


Azeredo enfatizou que a informalidade é que continua aumentando o nível da ocupação no país. "Não temos nesta pesquisa a geração de um posto sequer de carteira assinada."

Segundo o coordenador, num curto prazo, esse aumento da informalidade é o efeito do final da crise. "Passada a crise, tende a se dissipar com a volta da carteira...Em três anos, nós perdemos 3 milhões de carteira assinada. Isso é uma queda muito expressiva”, afirmou.


Fonte - G1

principal  |  voltar  |  imprimir

Últimas Noticias

.
16/10/2018 - 09:52  Celulose e carnes provocam aumento de 23% nas exportações de MS
16/10/2018 - 09:41  Setor de serviços avança 1,2% e tem melhor agosto desde 2011, aponta IBGE
09/10/2018 - 10:17  Produção industrial cai em agosto em 6 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE
09/10/2018 - 09:44  Novas indústrias irão gerar 500 empregos em Mato Grosso do Sul
02/10/2018 - 10:07  Soja bate R$ 84 e acelera venda antecipada do grão no Estado
01/10/2018 - 16:08  Três a cada quatro idosos usam exclusivamente o SUS, diz estudo
01/10/2018 - 15:31  Prefeitura de Dois Irmãos do Buriti realiza audiência pública da Lei Orçamentária Anual.
01/10/2018 - 09:32  Busca por consignado cresce e chega a R$ 5,7 bilhões no Estado
28/09/2018 - 11:00  IBGE confirma MS como 4º maior rebanho de bovinos
27/09/2018 - 09:15  Consumidores de MS buscam R$ 1,2 bilhão em empréstimos
26/09/2018 - 11:42  Consignado com FGTS pode ajudar 484 mil trabalhadores em MS
21/09/2018 - 10:31  Prévia da inflação oficial fica em 0,09% em setembro, aponta IBGE
19/09/2018 - 15:47  Dia das crianças deve movimentar R$ 130 milhões em Mato Grosso do Sul
17/09/2018 - 14:38  Economia brasileira cresceu 0,57% em julho, diz Banco Central
10/09/2018 - 11:53  Reforma da pista do aeroporto de Bonito custará R$ 4 milhões a MS
10/09/2018 - 10:43  Projeção da inflação cai de 4,16% para 4,05% este ano
10/09/2018 - 10:06  Receita abre consulta ao 4º lote de restituição do IR nesta segunda
03/09/2018 - 10:47  Receita do Estado avança 18% e soma R$ 1,2 bi a mais até julho
27/08/2018 - 09:17  População já pagou R$ 703 milhões em impostos em Campo Grande
23/08/2018 - 09:42  Conta de luz vai ficar 24,42% mais cara em cinco cidades de Mato Grosso do Sul
 
 
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE