PUBLICIDADE
Geral
Noticia de: 26 de Outubro de 2018 - 09:52
Metade acredita em notícias no WhatsApp, diz Datafolha



 
 

Metade dos eleitores acreditam nas notícias que recebem pelo WhatsApp, aplicativo de troca de mensagens, segundo pesquisa Datafolha. Para 47% dos entrevistados, as informações que foram enviadas para eles são confiáveis. Já 53% dos eleitores dizem não acreditar nelas.

O levantamento foi feito nos dias 24 e 25 de outubro de 2018, com 9.173 entrevistas presenciais em 341 municípios. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Ainda segundo a pesquisa, o WhatsApp é a rede ou aplicativo social mais utilizado pelos eleitores: 65% têm conta, sendo que 24% o utilizam para compartilhar notícias sobre políticas e eleições.

Entre os homens, 63% têm WhatsApp, e 27% utilizam para difundir conteúdo sobre política e eleições -ou seja, a relação de usuários que compartilham notícias fica em 43%. Na fatia de mulheres, 66% têm conta, e 22% compartilham notícias políticas e eleitoras, numa relação de 33% de usuárias ativas.

Tanto em alcance quanto em taxa de engajamento na difusão de conteúdo político e eleitoral, o segmento mais ativo no WhatsApp é o de eleitores de Jair Bolsonaro.

Entre os apoiadores do capitão reformado, 70% estão conectados ao aplicativo, e 31% repassam informações sobre política e eleições. Ou seja, 44% estão engajados no tema. Entre os eleitores de Haddad, são menos usuários (59%) e menos compartilhadores (21%), o que resulta numa taxa de engajamento menor, de 36%.

Replicar grupos e ativar influenciadores na rede social foi uma das frentes da comunicação de Bolsonaro já no primeiro turno. O candidato investiu numa rede de eleitores que replicaram grupos, e proliferavam textos e panfletos digitais de apoio ao candidato e de críticas ao rival petista.

Nesses grupos houve compartilhamento de fake news e montagens manipuladas. Informações falsas sobre um "kit gay", que não foi distribuído na gestão de Haddad no Ministério da Educação, foram replicadas na rede.

É impossível calcular o número de grupos criados por fãs de Bolsonaro. A política do WhatsApp garante privacidade para os usuários na troca de mensagens e os dados não são divulgados.

A Folha de S.Paulo revelou que empresas compraram pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT pelo WhatsApp. A prática é ilegal, se configurada doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral. Empresários que apoiam Bolsonaro bancaram um serviço chamado "disparo em massa", usando base de usuários do próprio candidato ou bases vendidas por agências.

Segundo o WhatsApp, 120 milhões de pessoas utilizam o serviço no Brasil. De acordo com a pesquisa Datafolha, 46% dos eleitores dizem ler notícias sobre política e eleições na rede social, com mais inserção entre os eleitores mais jovens (54% na faixa de 16 a 24 anos, e 58% entre quem tem de 25 a 34 anos), mais escolarizados (67% entre quem estudou até o ensino superior) e mais ricos (62% na faixa de renda de 5 a 10 salários, e 70% entre quem tem renda familiar acima de 10 salários).

Na fatia de eleitores de Bolsonaro, 53% leem sobre política e eleições no aplicativo social, contra 35% dos que votam em Haddad.

principal  |  voltar  |  imprimir

Últimas Noticias

.
20/01/2019 - 09:24  Aldeia Buriti celebra 95ª Festa de São Sebastião.
18/01/2019 - 11:48  Mais de 112 mil candidatos zeraram a redação do Enem; 55 tiraram nota máxim
18/01/2019 - 10:29  Marciano, cantor sertanejo, morre aos 67 anos
18/01/2019 - 10:04  Secretaria faz entrega de brinquedos pedagógicos para atendimento psicológico.
17/01/2019 - 16:35  Para ter uma arma em casa, o gasto mínimo é de R$ 3,7 mil
17/01/2019 - 14:52  Multa mínima para quem capturar Dourado em rios será de R$ 2,7 mil
17/01/2019 - 14:43  Técnicos substituirão professores a partir do dia 18 de fevereiro
17/01/2019 - 14:13  Como as empresas de tecnologia podem lucrar com suas fotos no #10YearsChallenge
17/01/2019 - 14:12  Prazo de inscrição para processo seletivo da Força Nacional termina amanhã
17/01/2019 - 14:09  Família da ministra Tereza Cristina tem conflito histórico com índios em MS
17/01/2019 - 09:05  Secretaria de Educação Informa que matriculas para ano letivo de 2019 estão abertas.
17/01/2019 - 08:34  Brasil bate recorde de mortes violentas em 2017
17/01/2019 - 08:33  Mais de 6,4 mil microempresas devem R$ 136 milhões à Receita
17/01/2019 - 08:27  Em 15 dias, cidade de MS lidera ranking de queimadas no Brasil
17/01/2019 - 08:22  Depois de decreto, dobra número de procura por armas em lojas
16/01/2019 - 11:10  Depois de fechar escolas, Estado agora faz corte de professores
16/01/2019 - 10:20  Em um ano, dobra emissão de porte de arma em Mato Grosso do Sul
16/01/2019 - 09:37  Inep divulga notas do Enem na sexta-feira
16/01/2019 - 08:29  Depois de fechar escolas, Estado agora faz corte de professores
15/01/2019 - 15:18  Obra sem fim, até remover pichação em titânio vira problemão no Aquário.
 
 
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE