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Noticia de: 12 de Março de 2019 - 16:42
Preço do feijão tem aumento 90% em Campo Grande



 
 


No segundo mês do ano, Campo Grande volta a registrar expressiva variação nos preços dos itens que compõem a cesta básica. O percentual, de 5,74%, foi o quinto maior entre as 18 capitais pesquisadas mensalmente pelo Dieese. O acumulado no ano é de 3,73%, e no período de 12 meses, ou seja, de fevereiro de 2018 a fevereiro de 2019, o percentual chegou a 17,66%, a variação mais expressiva entre as cidades estudadas.

Esta nova alta representou um custo de R$ 438,64 para o trabalhador - acréscimo de R$ 23,81 em relação ao custo individual da cesta registrado em janeiro desse ano, quando o custo foi de R$ 414,83.

Em relação à cesta familiar, cujo valor somou R$ 1.315,92¸ a alta foi de R$ 71,43. Na relação entre o custo da cesta familiar e o salário mínimo bruto, a equivalência foi de 1,32 vezes – elevação em 0,07 p.p na comparação com os valores do mês anterior.

A jornada de trabalho das pessoas que recebem um salário mínimo foi aumentada em 5 horas e 14 minutos em relação à Janeiro, fechando em 96 horas e 41 minutos. Na análise de 12 meses, a jornada aumentou em 10 horas e 43 minutos. Em fevereiro de 2018, uma pessoa precisou dedicar 85 horas e 58 minutos de trabalho para adquirir uma cesta básica, ao custo de R$ 372,79 – uma diferença a menor de R$ 65,85 do que foi dispendido em 2019.

O nível de comprometimento do salário mínimo líquido para aquisição de uma cesta básica na capital registrou alta em 2,59 p.p., uma vez que o percentual passou de 45,18% em janeiro, para 47,77% em fevereiro de 2019.

Nos cinco itens em que se observou variações positivas de preços, cabe destaque o expressivo aumento do feijão carioquinha, cuja alta mensal (90,91%) foi a segunda maior do país, e teve preço médio de R$ 9,40 para um quilo do grão. Em 12 meses a variação chegou a 160,20%, a maior entre os itens pesquisados.

As quatro altas restantes foram registradas nos preços de carne bovina (2,21%) – revertendo a baixa do mês de Janeiro, batata (3,94%), açúcar cristal (1,57%) e manteiga (0,15%). Em 12 meses, a batata acumula alta de 67,66%, e o açúcar, retração em (-3,00%).

A banana (-6,76%) foi o item que reverteu consideravelmente a alta notada em janeiro, seguida por farinha de trigo (-3,50%), arroz (-3,19%), leite de caixinha (-2,89%), tomate (-2,58%), óleo de soja (-2,11%), café (-1,36%) e pão francês (-1,07%).

[11:56, 12/3/2019] +55 67 9980-7662: Só o feijão aumentou 90,91% e foi a segunda maior alta do país para o produto. o preço médio ficou em R$ 9,40 para um quilo do grão. em 12 meses, o aumento chegou a 160,20%, o maior dentre os itens pesquisados.

[11:58, 12/3/2019] +55 67 9980-7662: Dados nacionais, para abrir intertítulo. -Em fevereiro de 2019, o custo do conjunto de alimentos essenciais subiu em quase todas as capitais, exceto em Belém (-0,27%), conforme mostram os resultados da Pesquisa Nacional da

Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) em 18 cidades. As altas mais expressivas ocorreram em Recife (7,88%), Natal (6,75%), Aracaju (6,46%) e Vitória (5,97%).

A capital com a cesta mais cara foi São Paulo (R$ 482,40), seguida pelo Rio de Janeiro

(R$ 464,47) e por Porto Alegre (R$ 449,95). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 362,93) e São Luís (R$ 368,82).

Em 12 meses, entre fevereiro de 2018 e o mesmo mês de 2019, todas as cidades

acumularam alta. Merecem destaque as elevações registradas em Campo Grande (17,66%), Goiânia (14,39%) e Belo Horizonte (11,29%).

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